NÃO É SÓ UMA “MAROLINHA”

O mundo passa por uma crise econômica desde 2008, que começou nos EUA e alastrou-se pelo mundo a fora em questão de meses. A crise é oriunda do colapso da bolha imobiliário e alimentada pela enorme expansão de crédito bancário.

No supermercado, no posto de gasolina, nas farmácias e na conta de luz, são visíveis os sinais de que a crise econômica chegou ao Brasil. Desprezada pelo ex-presidente Lula, a crise não está sendo só uma “marolinha”, para os brasileiros o mercado foi afetado de forma clara e haverá impacto no número de emprego ao longo do ano.charge

No final de 2014 o custo de vida da população aumentou em 0,36%, a classe D foi a que mais sofreu com a elevação do custo de vida, com 0,43%, ficando atrás da classe B, com 0,29%, segundo a Fecomercio.

A China e a Índia vieram a crescer de maneira consistente nos últimos anos, aparentemente já vêm enfrentando uma baixa de ritmo, dada a crise na economia. No ano de 2014, o Brasil teve o menor crescimento entre os países do BRICS, segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional) a taxa de crescimento reduziu de 3,2% a 2,5%. “Isso marca o terceiro ano seguido de crescimento abaixo de 5%, e reflete um ambiente econômico mais desafiador”, diz o Banco Mundial.

1.1
Desde 2011 a economia2 brasileira entrou numa fase de debilidade, com uma rápida queda das taxas do PIB (Produto Interno Bruto), a produção industrial permaneceu fraca, o que não é novidade, pois desde 1990 o Brasil não consegue completar o processo de industrialização, com taxa média de crescimento anual de 2,6%. Em 2012 o crescimento industrial foi negativo.

O bom desempenho do Brasil entre 2004 a 2010 soou como uma conquista da política econômica do país, o que foi mal interpretado, visto que o forte crescimento veio da alta dos preços das exportações brasileiras. Mau planejamento, ou negligência do governo que sobrepõe um partido em detrimento de uma nação?

Uma expansão econômica baseada só no consumo é uma medida de curto prazo. Para crescer em longo prazo é necessário investimento e acumulo de capital. Na década de 90 a Coreia do Sul incentivou o consumo, mas investiu fortemente em educação e saúde, fortalecendo o país a partir do conhecimento para a inovação.



Texto de Hellen Maciel. Estudante de jornalismo; crê num Ente, pai do amor; contempla a natureza 11216145_10203925152639115_475026350_ne o conforto urbano; no mais, não reconhece sua própria existência.


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