MAPA Educação: Ainda existe esperança

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O Movimento Mapa Educação é um grupo formado por cerca de 40 jovens movidos pelo ideal de engajar a sociedade pela educação pública brasileira de qualidade. O grupo ganhou identidade ao longo do ano passado, quando, com diversas ações, contribuiu para o aquecimento do debate sobre educação e colocou em pauta a agenda educacional.

Um grupo suprapartidário, sem fins lucrativos, sem qualquer vínculo político, que comprovou através do Manifesto do Buraco que é possível acreditar numa educação pública de qualidade. O Manifesto Mapa do Buraco, foi elaborado por jovens, entre eles bolsistas brasileiros da universidade de Harvard, e contou com entrevistas com Eduardo Suplicy, Frei Betto, Jorge Paulo Lemman, Gilberto Gil, FHC, entre outros. A sabatina, em período de eleições presidenciais, deu oportunidade para internautas questionarem os representantes de ambos partidos que chegaram ao segundo turno. Ministro Paim (PT) e Maria Helena Guimarães (PSDB) foram os sabatinados. Por último, o desafio de que candidatos aos poderes legislativos e executivo no país se comprometessem publicamente com a educação pública de qualidade através de um vídeo dizendo como tapariam os buracos da educação brasileira.

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A cultura tocantinense em foco

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Mutum é a primeira mostra de música instrumental e cultura popular do Tocantins. O evento acontece nos dias 10, 11 e 12 de julho, no distrito de Taquaruçu, localizado a 30 km de Palmas. Oferecendo uma programação cultural que reunirá cancioneiros, cantadores indígenas e foliões com o jazz, blues, forró, samba, dentre outros. O mutum  também contará com oficinas, workshops e rituais da cultura local. Além, de representantes renomados nacionalmente da música instrumental brasileira. O projeto foi idealizado pelos músicos Diego Britto e J. Bulhões. Tem o apoio do programa Rumos Itaú cultural.

O Correio Tocantinense sabendo da magnitude desse evento para o estado do Tocantins entrevistou Diego Britto:

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Duas ideologias opostas visando um Brasil melhor

Nos últimos dias milhões de brasileiros invadiram as ruas, em protestos pela democracia, contra a corrupção, em defesa da Petrobras e revolta com o esquema lava-jato, e também contra o governo atual. Dois movimentos de reinvindicações diferentes, mas objetivando um país melhor, demonstraram que o poder emana do povo.

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Reprodução brasilwonders.tumblr

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Alan Barbiero fala sobre o atual Cenário Palmense: Economia, Política, Educação, Juventude.

A atual questão sócio-econômica brasileira direciona a diversos questionamentos e preocupa os brasileiros. Em nível federal há descontentamento político e econômico, diante de um PIB que não cresce significativamente a um grande período, uma inflação que persiste e diversas medidas de aumentos de impostos pela nova equipe ministerial. No nível econômico a situação se repete, estamos no Estado com o 2° maior rombo do país, com dificuldades para pagar a folha de pagamento, funcionários em greve e tomada de medidas impopulares. O Correio Tocantinense entrevistou o Secretário de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Palmas, Alan Barbiero, sobre este tema e outros assuntos.

Reprodução Centro-Norte Notícias

Reprodução Centro-Norte Notícias

Gustavo Lopes: O lema atual do governo federal e dos governos estaduais é “Corte de Gastos”.Como a prefeitura vem conseguindo se proteger desse problema? Quais medidas  vem sendo tomadas para que evite de isto acontecer? 

Alan Barbiero: O prefeito Amastha tomou uma atitude que poucos tem coragem. Na contabilidade pública você não pode gastar mais do que você arrecada, então é uma conta simples, se você não arrecada mais, você não tem como gastar além. O que acontece com o Estado é que esse se comprometeu a pagar planos de cargos salariais para funcionários, sem ter  aumentado a arrecadação, então superou o limite prudencial estabelecido por lei, e hoje encontra-se numa situação difícil. Os governos anteriores por uma questão populista e para fazer uma média com os funcionários públicos, deram aumentos. Infelizmente em um curto espaço de tempo tivemos muitas trocas de governadores. Um governador que assume uma eleição indireta por 1 ano e depois vai para uma releição, quer em 8 meses conseguir se projetar para ser reeleito e libera uma série de benefícios aos funcionários, sem se preocupar em quem vai pagar a conta. O prefeito Amastha tomou a decisão correta, aumentou a arrecadação, aumentou o pagamento do IPTU, aumentou uma série de tributos e impostos, que é difícil para um politico assumir essa bandeira, porque tem desgaste com o empresário, mas está colhendo os frutos. A economia de Palmas está com uma certa tranquilidade, está horando os compromissos, investindo em melhorias, e pagando  em dia os funcionários públicos.

Reprodução Prefeitura de Palmas/Júnior Suzuki

Reprodução Prefeitura de Palmas/Júnior Suzuki

Viviean Rosalves: Em Fev/2015 houve uma pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo), que mede a intenção de consumo das famílias Palmenses. A pesquisa constatou que houve uma queda no consumo entre as famílias de classe média a alta, comparado ao mesmo período do ano passado. Sabendo disto, quais estratégias estão sendo utilizadas para que a economia não seja afetada?

Alan Barbiero:  A economia de Palmas ainda é muito dependente do setor público então a diferença de 2014 para 2015 é porque houve um período de transição de governo. Toda mudança de governo a uma série de pessoas  que podem perder os seus cargos,  e outras podem assumir,  então isto dá uma esfriada no comércio, porque as pessoas ficam inseguras. Há  uma mudança de equipe na condução do estado, então  todo ano que é pós eleitoral é um ano que começa com a economia mais fria.  Acredito que nesse caso em especifico  é uma questão sazonal mesmo, advinda de um processo eleitoral. Eu não acredito que seja por uma situação que tenha que ter uma ação, mesmo porque eu acredito que no final do ano passado houve, por parte do município todo um trabalho  de criar um ambiente na época de natal, bem favorável. O que eu acho que deve fazer e que está sendo feito é incentivar o desenvolvimento do setor privado, objetivando que Palmas possa depender menos do setor público, atrair mais empresas, indústrias e serviços, porque quanto menos depender do poder público menos problemas como este virão a acontecer.

Viviean Rosalves : Cerca de 52% da população palmense é jovem, se encaixa em uma faixa que move diretamente a economia, e que futuramente será a principal responsável por esta. Há uma coordenação especifica, visando inserção desta no mercado de trabalho e já a preparando para o futuro?

Alan Barbiero: Nós temos uma ação que é transversal a quase todas as secretarias. Na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, nós temos  o “Jovem Empreendedor”, que são estudantes do Ensino Médio, que estão sendo selecionados  para trabalhar em setores da prefeitura, hoje deve ter de 300 a  400 jovens vinculados a este projeto. Na área do esporte temos a bolsa esporte, inclusive temos um jovem que venceu em sua categoria a São Silvestre. Temos também o trabalho na educação das escolas de tempo integral que oferecem atividades lúdicas, como xadrez, dança teatro. Reconhecemos que poderíamos estar fazendo mais, mas estamos no caminho.

Sobre os concursos, o Secretário Alan Barbiero nos informou que está previsto para sair alguns concursos este ano, como o da procuradoria e da guarda metropolitana, todos gerenciados pela Copese – UFT.

Perfil

Alan Barbiero, 46 anos, é formado em Engenharia Agronômica (UFG), com mestrado e doutorado em Sociologia e Economia do Desenvolvimento (França; Canadá). Foi o primeiro reitor da Universidade Federal do Tocantins (UFT), com dois mandatos consecutivos cumpridos de 2003 a 2012, período em que ajudou a implantar e transformar a UFT na maior universidade do Estado e em uma das mais conceituadas instituições de ensino superior da região Norte do Brasil. Implantou os cursos de Medicina, Enfermagem, Engenharias Civil e Elétrica, Filosofia e Artes, além do curso de extensão voltado para a terceira idade, conhecido como UMA – Universidade da Maturidade. (Prefeitura de Palmas)


Por Gustavo Lopes e Viviean Rosalves.

Entrevista Sócio – Política com Dr. Maria José de Pinho

No dia 20/01/2015, repassamos uma notícia do jornal anhanguera com dados alarmantes divulgado pelo IBGE: “Dentre os quase 1 milhão e 500 mil moradores, cerca de 620 mil tocantinenses tem dificuldades para conseguir adquirir algo essencial á vida, o ALIMENTO” . Sabendo disto buscamos um bate papo com alguém que tenha uma visão fundamentada sobre este assunto. Procuramos a senhora Maria José de Pinho que é Doutora em Currículo e Educação pela PUC- SP. Mestre em Política Educacional pela UFPe – PE. Ocupa os cargos de Professora do Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Ensino de Língua e Literatura e do curso de Comunicação Social ambos na Universidade Federal do Tocantins.

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Dr Maria José Pinho. Acervo pessoal.

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