NÃO É SÓ UMA “MAROLINHA”

O mundo passa por uma crise econômica desde 2008, que começou nos EUA e alastrou-se pelo mundo a fora em questão de meses. A crise é oriunda do colapso da bolha imobiliário e alimentada pela enorme expansão de crédito bancário.

No supermercado, no posto de gasolina, nas farmácias e na conta de luz, são visíveis os sinais de que a crise econômica chegou ao Brasil. Desprezada pelo ex-presidente Lula, a crise não está sendo só uma “marolinha”, para os brasileiros o mercado foi afetado de forma clara e haverá impacto no número de emprego ao longo do ano.charge

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Em tempos difíceis, procura-se um líder.

Salários só poderão ser pagos dia 12 de cada mês; Decreto anulando as mais diversas decisões do ex-gestor; Policiais Civis em greve há mais de um mês; Tocantins é o 2° Estado com maior rombo financeiro do país; Profissionais da saúde declaram greve a partir de abril; SISEPE marca Assembleia Geral no próximo sábado, visando decidir se entrarão de greve; Juiz derruba decreto que derrubava a promoção dos PM’s; Por mais que pareça chamada de um filme, não passa da triste realidade de um certo Estado,  em um curto início turbulento de ano.

Essas são só algumas das manchetes que se viu nesses quase 04 meses de governo, onde se aconteceu o inimaginável, e tudo que antes parecia ruim, agora está pior. O atual governador assumiu uma gestão em situação caótica, e isso é inegável, mas se espera deste a mesma imagem de líder, e pode ser o mesmo que esteva na campanha. Enquanto tudo isso acontece, alguns secretários vem a público, principalmente o Secretário de Administração, que diga-se de passagem, é formado em Comunicação Social. Outras vezes o Procurador Geral assume o papel de porta voz, mas em momento algum se vê um líder que assuma a direção desse barco furado e passe esperança e confiança aqueles que em meio a tamanha tempestade, só veem o naufrágio como algo certo.

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Duas ideologias opostas visando um Brasil melhor

Nos últimos dias milhões de brasileiros invadiram as ruas, em protestos pela democracia, contra a corrupção, em defesa da Petrobras e revolta com o esquema lava-jato, e também contra o governo atual. Dois movimentos de reinvindicações diferentes, mas objetivando um país melhor, demonstraram que o poder emana do povo.

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Reprodução brasilwonders.tumblr

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Alan Barbiero fala sobre o atual Cenário Palmense: Economia, Política, Educação, Juventude.

A atual questão sócio-econômica brasileira direciona a diversos questionamentos e preocupa os brasileiros. Em nível federal há descontentamento político e econômico, diante de um PIB que não cresce significativamente a um grande período, uma inflação que persiste e diversas medidas de aumentos de impostos pela nova equipe ministerial. No nível econômico a situação se repete, estamos no Estado com o 2° maior rombo do país, com dificuldades para pagar a folha de pagamento, funcionários em greve e tomada de medidas impopulares. O Correio Tocantinense entrevistou o Secretário de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Palmas, Alan Barbiero, sobre este tema e outros assuntos.

Reprodução Centro-Norte Notícias

Reprodução Centro-Norte Notícias

Gustavo Lopes: O lema atual do governo federal e dos governos estaduais é “Corte de Gastos”.Como a prefeitura vem conseguindo se proteger desse problema? Quais medidas  vem sendo tomadas para que evite de isto acontecer? 

Alan Barbiero: O prefeito Amastha tomou uma atitude que poucos tem coragem. Na contabilidade pública você não pode gastar mais do que você arrecada, então é uma conta simples, se você não arrecada mais, você não tem como gastar além. O que acontece com o Estado é que esse se comprometeu a pagar planos de cargos salariais para funcionários, sem ter  aumentado a arrecadação, então superou o limite prudencial estabelecido por lei, e hoje encontra-se numa situação difícil. Os governos anteriores por uma questão populista e para fazer uma média com os funcionários públicos, deram aumentos. Infelizmente em um curto espaço de tempo tivemos muitas trocas de governadores. Um governador que assume uma eleição indireta por 1 ano e depois vai para uma releição, quer em 8 meses conseguir se projetar para ser reeleito e libera uma série de benefícios aos funcionários, sem se preocupar em quem vai pagar a conta. O prefeito Amastha tomou a decisão correta, aumentou a arrecadação, aumentou o pagamento do IPTU, aumentou uma série de tributos e impostos, que é difícil para um politico assumir essa bandeira, porque tem desgaste com o empresário, mas está colhendo os frutos. A economia de Palmas está com uma certa tranquilidade, está horando os compromissos, investindo em melhorias, e pagando  em dia os funcionários públicos.

Reprodução Prefeitura de Palmas/Júnior Suzuki

Reprodução Prefeitura de Palmas/Júnior Suzuki

Viviean Rosalves: Em Fev/2015 houve uma pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo), que mede a intenção de consumo das famílias Palmenses. A pesquisa constatou que houve uma queda no consumo entre as famílias de classe média a alta, comparado ao mesmo período do ano passado. Sabendo disto, quais estratégias estão sendo utilizadas para que a economia não seja afetada?

Alan Barbiero:  A economia de Palmas ainda é muito dependente do setor público então a diferença de 2014 para 2015 é porque houve um período de transição de governo. Toda mudança de governo a uma série de pessoas  que podem perder os seus cargos,  e outras podem assumir,  então isto dá uma esfriada no comércio, porque as pessoas ficam inseguras. Há  uma mudança de equipe na condução do estado, então  todo ano que é pós eleitoral é um ano que começa com a economia mais fria.  Acredito que nesse caso em especifico  é uma questão sazonal mesmo, advinda de um processo eleitoral. Eu não acredito que seja por uma situação que tenha que ter uma ação, mesmo porque eu acredito que no final do ano passado houve, por parte do município todo um trabalho  de criar um ambiente na época de natal, bem favorável. O que eu acho que deve fazer e que está sendo feito é incentivar o desenvolvimento do setor privado, objetivando que Palmas possa depender menos do setor público, atrair mais empresas, indústrias e serviços, porque quanto menos depender do poder público menos problemas como este virão a acontecer.

Viviean Rosalves : Cerca de 52% da população palmense é jovem, se encaixa em uma faixa que move diretamente a economia, e que futuramente será a principal responsável por esta. Há uma coordenação especifica, visando inserção desta no mercado de trabalho e já a preparando para o futuro?

Alan Barbiero: Nós temos uma ação que é transversal a quase todas as secretarias. Na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, nós temos  o “Jovem Empreendedor”, que são estudantes do Ensino Médio, que estão sendo selecionados  para trabalhar em setores da prefeitura, hoje deve ter de 300 a  400 jovens vinculados a este projeto. Na área do esporte temos a bolsa esporte, inclusive temos um jovem que venceu em sua categoria a São Silvestre. Temos também o trabalho na educação das escolas de tempo integral que oferecem atividades lúdicas, como xadrez, dança teatro. Reconhecemos que poderíamos estar fazendo mais, mas estamos no caminho.

Sobre os concursos, o Secretário Alan Barbiero nos informou que está previsto para sair alguns concursos este ano, como o da procuradoria e da guarda metropolitana, todos gerenciados pela Copese – UFT.

Perfil

Alan Barbiero, 46 anos, é formado em Engenharia Agronômica (UFG), com mestrado e doutorado em Sociologia e Economia do Desenvolvimento (França; Canadá). Foi o primeiro reitor da Universidade Federal do Tocantins (UFT), com dois mandatos consecutivos cumpridos de 2003 a 2012, período em que ajudou a implantar e transformar a UFT na maior universidade do Estado e em uma das mais conceituadas instituições de ensino superior da região Norte do Brasil. Implantou os cursos de Medicina, Enfermagem, Engenharias Civil e Elétrica, Filosofia e Artes, além do curso de extensão voltado para a terceira idade, conhecido como UMA – Universidade da Maturidade. (Prefeitura de Palmas)


Por Gustavo Lopes e Viviean Rosalves.

Representação Falha!!!

Se passaram 25 dias desde o início do governo Dilma, mas as movimentações foram muito mais intensas do que nos últimos 04 anos.
Em poucos dias assistimos anúncios de diversas medidas totalmente impopulares. O pacotão de impostos aumenta a cada dia, e diariamente o ministro Joaquim Levy vem a público “dá a cara a tapa”, mas não se vê Dilma Roussef nessas anunciações.

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